Corretoras indicam ações para dezembro de 2012

Adriana Aguilar      12/12/2012



Carteiras anteriores:

Corretoras indicam ações para novembro de 2012

Corretoras indicam ações para outubro de 2012

Corretoras indicam ações para setembro de 2012

 

 

Corretoras indicam ações para abril

Adriana Aguilar      09/04/2012



Carteiras anteriores:

Corretoras indicam ações para março de 2012

Corretoras indicam ações para fevereiro de 2012

Corretoras indicam ações para janeiro de 2012

 

 

Abril – 2012

Adriana Aguilar      09/04/2012



 

 

Março – 2012

Adriana Aguilar      09/03/2012



 

 

Julho – 2011

Adriana Aguilar      08/07/2011




 

 

Maio – 2011

Adriana Aguilar      10/05/2011



 

 

Corretoras indicam ações para outubro

Adriana Aguilar      07/10/2009

carteirasNas carteiras de ações, recebidas de nove corretoras, os papéis que mais se repetiram, nas diferentes indicações para o mês de outubro, foram Petrobras PN (PETR4), Vale PNA (VALE5), BM&F Bovespa ON (BVMF3), Lojas Americanas PN (LAME4), Trasmissão Paulista PN (TRPL4), Banco do Brasil ON (BBAS3) e Bradesco PN (BBDC4).

Em outubro, muitas corretoras destacaram as ações de empresas com atividades internas, pois o Brasil teve uma saída rápida da crise. Foram incluídos setores de “utilities” (energia, saneamento, por exemplo) e bancos. Para alguns analistas, empresas ligadas a serviços devem avançar nos próximos meses, devido à redução do nível de inadimplência e resultados previsíveis.

Alguns eventos podem beneficiar o papel da BM&F Bovespa. Entre eles, a Retomada do fluxo nos mercados de capitais, com operações de ofertas no mercado acionário . Há uma maior expectativa de ganhos de sinergia e benefícios fiscais que devem beneficiar os resultados da BM&F Bovespa. Também está em andamento as negociações com a NASDAQ OMX, a respeito de uma possível parceria estratégica e comercial, além de possibilidade de autorização da Commodity Futures Trading Commission (CFTC) para que os investidores americanos tenham permissão para negociar os contratos futuros do Ibovespa.

Papéis do setor de consumo, como as ações preferenciais das Lojas Americanas (LAME4) e as ordinárias da Brasil Foods (PRGA3), ganharam evidência entre as indicações feitas, pelo fato das atividades estarem atreladas ao mercado doméstico.

Mas, o investidor deve estar atento àquelas empresas do mercado local que já estão excessivamente precificadas. Segundo relatório HSBC Top Picks Outubro/2009, se a recuperação global for sustentável, há espaço para revisões positivas dos produtores e exportadores de commodities, setor em que muitos investidores possuem posições relativamente pequenas.

O relatório HSBC Top PIcks Outubro/2009 ainda menciona, como estratégia para o mês de outubro, a maior concentração em “empresas com drivers específicos, que podem ser beneficiadas por novas oportunidades de crescimento e consolidação, já que há mais alternativas de financiamento disponíveis e os concorrentes ainda podem estar em uma situação financeira delicada.”

Na estratégia mensal da corretora Spinelli, a ação preferencial, série A, da Vale (VALE5) está entre as principais indicações, graças ao bom momento da companhia. Os volumes de exportações, embarcados para outras praças importantes da companhia, como Europa e Japão, já praticamente dobraram desde o pior momento da crise, quando encolheram cerca de 70% de suas máximas históricas.

Os preços dos minerais ferrosos no mercado à vista também têm reagido positivamente ao crescente aperto da oferta na Austrália e Índia, colocando em vantagem a posição das mineradoras na negociação dos preços no sistema de benchmark junto às siderúrgicas chinesas, explica a corretora Spinelli.

“Considerando o uso corrente de capacidade, praticamente total, por parte das mineradoras australianas, atualmente a Vale é a companhia melhor posicionada para tirar proveito desta conjuntura, melhorando as perspectivas para seus resultados no terceiro trimestre de 2009, segundo o relatório de estratégia mensal da corretora Spinelli.

O resultado do segundo trimestre de 2009 da Petrobras surpreendeu positivamente. Dentre os números divulgados, o destaque pode ser atribuído, de acordo com o relatório mensal da corretora Spinelli, aos efeitos da otimização do parque de refino nacional, cujo contínuo aprimoramento por meio do Programa de Maximização de Diesel tem possibilitado maior extração deste derivado como proporção da Carga Fresca Processada, com reflexos na melhora de margens e na sua balança comercial.

A grande dúvida que paira no ar é saber se o aumento da participação do Governo na Petrobras e a alteração do marco regulatório não aumentariam os riscos aos pequenos investidores? Segundo carta mensal, divulgada pela corretora Geração Futuro em setembro, para o investidor de longo prazo, a visão de uma Petrobras forte, que comandaria sozinha a exploração do pré-sal e na qual o Governo deseja ampliar sua participação, seria o aspecto mais relevante que motivaria o interesse pela ação.

Além disso, a intenção do Governo em ampliar a participação no capital da Petrobras se justificaria pelas expectativas bastante positivas de crescimento das reservas, produção, faturamento e resultados da companhia ao longo dos próximos anos. “Inicialmente, a expansão seria decorrência do retorno dos investimentos nos projetos existentes, nas áreas atuais de exploração e também nos blocos já licitados do pré-sal, os quais demandarão investimentos próximos a US$175 bilhões até 2013, e que serão capazes de multiplicar as reservas da Petrobras”, segundo a carta mensal da corretora Geração Futuro.

 

 

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