Corretoras indicam ação para novembro/2014

Adriana Aguilar      14/11/2014

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Metade dos idosos do País não tem poupança

Adriana Aguilar      17/10/2014

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Cinco em cada dez (57%) entrevistados, com mais de 60 anos, não possuem qualquer tipo reserva financeira ou investimentos, segundo pesquisa encomendada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). Foram ouvidas 632 pessoas, com mais de 60 anos, em todas as capitais brasileiras.

Para a economista do SPC Brasil, Marcela Kawauti, esse tipo de reserva é essencial, principalmente, na terceira idade. “É o momento em que a pessoa precisa ter uma boa poupança para lidar com imprevistos de saúde, arcar com despesas de remédios, completar os itens básicos do mês que não puderam ser comprados com a aposentadoria e, claro, aproveitar os prazeres dessa fase da vida”, afirma Kawauti.

A preocupação com os familiares e amigos é um dos principais motivos para os consumidores com mais de 60 anos não conseguirem fazer um pé de meia: quase a metade dos idosos entrevistados (47%) pensa no futuro da família e acaba deixando de fazer coisas que gostaria para manter uma reserva financeira.

“A falta de reserva para os imprevistos é ainda mais comum entre os entrevistados com baixa escolaridade (68%) e os pertencentes à classe D e E (77% das pessoas ouvidas)”, afirma a economista do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Na pesquisa realizada, apesar de 72% dos consumidores com mais de 60 anos declararem ter atualmente uma situação financeira estável, essa tranquilidade parece não ter sido conquistada com uma preparação financeira ao longo dos anos para aproveitar a terceira idade.

Os consumidores da terceira idade garantem que estão no comando de suas ações financeiras e revelam ser independentes para tomar suas próprias decisões: 81% deles afirmam não depender de ninguém para gerir as próprias contas.

Segundo o estudo do SPC, a conquista dessa autonomia não foi acompanhada de um amadurecimento das práticas de Educação Financeira: somente quatro em cada dez (41%) entrevistados com mais de 60 anos dizem saber como calcular os juros de empréstimos. Este percentual aumenta entre os homens (45%), os que têm escolaridade superior (67%) e os que estão nas classes A e B (55%).

As facilidades do Internet Banking também estão longe do público consumidor da terceira idade: apenas 9% afirmam fazer transações bancárias e pagar contas pela web. A maioria gosta de ir pessoalmente ao banco, pagar as contas no balcão e resolver os problemas com o gerente.

As dívidas em atraso, segundo dados do estudo, são uma realidade presente na vida destes consumidores: três em cada dez (32%) já tiveram o nome incluído em serviços de proteção ao crédito somente no último ano. E de acordo com estimativas do SPC Brasil, o número de idosos inadimplentes já chega a 4 milhões de pessoas, o que representa cerca de 25% da população acima de 65 anos.

“A média nacional de crescimento de pessoas inadimplentes nas bases do SPC Brasil atualmente é de 3,8%. Quando consideramos só a população entre 64 e 94 anos, o crescimento é de 7,5%, bem acima da média”, afirma a economista do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

O estudo aponta que a causa mais comum para os idosos terem o nome negativado é ter ajudado pessoas próximas. Dois em cada dez (21%) idosos que tiveram o nome sujo não puderam pagar suas contas, porque emprestaram o nome para financiar compras e pegar empréstimos para amigos e parentes.

A segunda causa mais comum, com 19%, das respostas, é o mau planejamento financeiro, seguido de problemas de saúde (11%), descontrole dos gastos (8%) e de cobranças indevidas (6%).

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Corretoras indicam ações para outubro/2014

Adriana Aguilar      03/10/2014

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Brasil tem quase 5 milhões de normas editadas

Adriana Aguilar      02/10/2014

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No Brasil, nos últimos 26 anos, foram editadas quase 5 milhões de normas, voltadas às pessoas físicas ou pessoas jurídicas (empresas). O número representa, em média, 522 normas editadas todos os dias ou 782 normas editadas por dia útil. O levantamento foi realizado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT).

A pesquisa considerou o período de 5 de outubro de 1988 (data da promulgação da atual Constituição Federal) até 30 de setembro de 2014 (ano de seu 26º aniversário). O resultado corresponde a 4.960.610 de normas editadas no período, ou seja, quase 5 milhões.

Do total de 4.960.610 normas gerais editadas, 13,02% ou 645.871 estavam em vigor quando a Constituição Federal completou 26 anos.

Das 320.343 normas tributárias editadas, 7,6% ou 24.260 estavam em vigor em 01 de outubro de 2014. Em média, foram editadas 31 normas tributárias por dia ou 1,29 norma tributária por hora nos últimos 26 anos.

Se considerado o total aproximado de 5 milhões de normas, dá para dizer que, no período de 1989 a 2014, foi editada 1 norma para cada grupo de 41 habitantes.

Já a estimativa de normas para as empresas – que nem sempre realizam negócios em todos os estados brasileiros – cada uma delas tem de seguir é de 3.639 normas, ou 40.865 artigos, 95.216 parágrafos, 304.446 incisos e 40.048 alíneas

No caso das empresas, o número de normas editadas corresponde a 5,8 quilômetros de normas, se estivessem impressas em papel formato A4 e letra tipo arial 12. Em decorrência desta quantidade de normas, as empresas gastam cerca de R$ 50 bilhões por ano somente para manter pessoal, sistemas e equipamentos no acompanhamento das modificações da legislação.

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Corretoras indicam ações para setembro/2014

Adriana Aguilar      08/09/2014

Em setembro, as ações Petrobras PN (PETR4), Vale PNA (VALE 5) e Itaú Unibanco PN (ITUB4) foram as mais mencionados nas carteiras das nove corretoras consultadas.

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