Metade dos brasileiros deixou de quitar dívidas no prazo e tem restrições no CPF

Adriana Aguilar      15/01/2015

O SPC Brasil estima que aproximadamente 54,5 milhões de consumidores terminaram o ano de 2014 com restrições no CPF por não terem quitado dívidas.

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Segundo os economistas, embora os dados de menor crescimento na comparação anual sejam interpretados aparentemente como números positivos, o crescimento da inadimplência num menor ritmo tem como causa principal a baixa atividade econômica do país e a maior seletividade na concessão de crédito.

Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, os bancos e os estabelecimentos comerciais passaram a conceder menos crédito, fato que tem como consequência a redução dos riscos de calotes nas compras parceladas. “As vendas de itens essencialmente ligados a crédito, como móveis e eletrodomésticos, veículos e materiais de construção têm apresentado franca desaceleração, desde o início de 2013″, afirma a economista.

 

 

Corretoras indicam ações para dezembro/14

Adriana Aguilar      15/01/2015

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Fundos de pensão buscam mais participantes

Adriana Aguilar      12/01/2015

As entidades fechadas de previdência complementar, que contam atualmente com 2,4 milhões de participantes, podem adicionar de imediato mais 900 mil pessoas ao sistema e, no médio prazo, têm potencial para chegar a 7,5 milhões de participantes, segundo o presidente da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrap), José Ribeiro Pena Neto.

A Abrapp prevê que o número de participantes ativos crescerá de maneira constante nos próximos anos, chegando a 2,65 milhões em 2016 e somando 3,38 milhões em 2020. No longo prazo, José Ribeiro Pena Neto estima que o setor contará com 17,31 milhões de participantes em 2035.

A conquista imediata de 900 mil pessoas deve-se à realização de campanhas internas, principalmente nas entidades fechadas de previdência complementar, que têm percentual de adesão próximo a 65%. Esse potencial, segundo Pena, é de 88% nas entidades de patrocínio público.

Para o médio prazo, o presidente da Abrapp enxerga potencial principalmente nos 6.500 sindicatos e 16.000 cooperativas que contam com 30 milhões de associados.

“O total de ativos nas entidades fechadas está atualmente na casa de R$ 700 bilhões e o potencial de crescimento real é de 7,7% ao ano, chegando a R$ 3,4 trilhões até 2035. Dessa forma, o tamanho desses ativos no PIB brasileiro dará um salto dos atuais 13,8% para 40% no período”.

 

 

Corretoras indicam ação para novembro/2014

Adriana Aguilar      14/11/2014

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Metade dos idosos do País não tem poupança

Adriana Aguilar      17/10/2014

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Cinco em cada dez (57%) entrevistados, com mais de 60 anos, não possuem qualquer tipo reserva financeira ou investimentos, segundo pesquisa encomendada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). Foram ouvidas 632 pessoas, com mais de 60 anos, em todas as capitais brasileiras.

Para a economista do SPC Brasil, Marcela Kawauti, esse tipo de reserva é essencial, principalmente, na terceira idade. “É o momento em que a pessoa precisa ter uma boa poupança para lidar com imprevistos de saúde, arcar com despesas de remédios, completar os itens básicos do mês que não puderam ser comprados com a aposentadoria e, claro, aproveitar os prazeres dessa fase da vida”, afirma Kawauti.

A preocupação com os familiares e amigos é um dos principais motivos para os consumidores com mais de 60 anos não conseguirem fazer um pé de meia: quase a metade dos idosos entrevistados (47%) pensa no futuro da família e acaba deixando de fazer coisas que gostaria para manter uma reserva financeira.

“A falta de reserva para os imprevistos é ainda mais comum entre os entrevistados com baixa escolaridade (68%) e os pertencentes à classe D e E (77% das pessoas ouvidas)”, afirma a economista do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Na pesquisa realizada, apesar de 72% dos consumidores com mais de 60 anos declararem ter atualmente uma situação financeira estável, essa tranquilidade parece não ter sido conquistada com uma preparação financeira ao longo dos anos para aproveitar a terceira idade.

Os consumidores da terceira idade garantem que estão no comando de suas ações financeiras e revelam ser independentes para tomar suas próprias decisões: 81% deles afirmam não depender de ninguém para gerir as próprias contas.

Segundo o estudo do SPC, a conquista dessa autonomia não foi acompanhada de um amadurecimento das práticas de Educação Financeira: somente quatro em cada dez (41%) entrevistados com mais de 60 anos dizem saber como calcular os juros de empréstimos. Este percentual aumenta entre os homens (45%), os que têm escolaridade superior (67%) e os que estão nas classes A e B (55%).

As facilidades do Internet Banking também estão longe do público consumidor da terceira idade: apenas 9% afirmam fazer transações bancárias e pagar contas pela web. A maioria gosta de ir pessoalmente ao banco, pagar as contas no balcão e resolver os problemas com o gerente.

As dívidas em atraso, segundo dados do estudo, são uma realidade presente na vida destes consumidores: três em cada dez (32%) já tiveram o nome incluído em serviços de proteção ao crédito somente no último ano. E de acordo com estimativas do SPC Brasil, o número de idosos inadimplentes já chega a 4 milhões de pessoas, o que representa cerca de 25% da população acima de 65 anos.

“A média nacional de crescimento de pessoas inadimplentes nas bases do SPC Brasil atualmente é de 3,8%. Quando consideramos só a população entre 64 e 94 anos, o crescimento é de 7,5%, bem acima da média”, afirma a economista do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

O estudo aponta que a causa mais comum para os idosos terem o nome negativado é ter ajudado pessoas próximas. Dois em cada dez (21%) idosos que tiveram o nome sujo não puderam pagar suas contas, porque emprestaram o nome para financiar compras e pegar empréstimos para amigos e parentes.

A segunda causa mais comum, com 19%, das respostas, é o mau planejamento financeiro, seguido de problemas de saúde (11%), descontrole dos gastos (8%) e de cobranças indevidas (6%).

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Saiba mais:

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Corretoras indicam ações para outubro/2014

Adriana Aguilar      03/10/2014

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