Corretoras indicam ações para abril/2014

Adriana Aguilar      11/04/2014



 

 

Título público supera bolsa nos últimos 6 anos

Adriana Aguilar      02/04/2014

O principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, o Ibovespa, teve seu último melhor período de rendimento até o final de 2007. De 2008 para cá, a rentabilidade média anual do Ibovespa está negativa em 3,53%, segundo levantamento do Instituto Assaf. Nos últimos seis anos, o título público NTN-B teve melhor rentabilidade, seguido pelas aplicações em ouro e renda fixa.

O Instituto Assaf levantou as principais aplicações financeiras em dois momentos, antes da crise financeira global, de janeiro de 2002 a dezembro de 2007. E no período pós-crise, de janeiro de 2008 a dezembro de 2013. A crise financeira global teve seu ápice em setembro de 2008.

Durante a crise financeira global, o governo norte-americano teve que injetar dinheiro no sistema financeiro para evitar novas quebras de bancos ou financeiras. Na Europa, os governos da Alemanha, França, Espanha, Reino Unido e de Portugal, entre outros países, também anunciaram ajudas bilionárias aos bancos. Os reflexos da crise no Brasil foram menores, mas como o País é dependente de relações de exportações e de importações mercado externo, a crise gerou muito cautela no mercado de renda variável no Brasil, diminuindo o lançamento de ações na bolsa e causando mais oscilação.

O estudo do Instituto Assaf mostra que, no período pré-crise, a melhor aplicação foi a bolsa de valores (Ibovespa), seguida pelos títulos públicos (NTN-B) e pelas aplicações em renda fixa. Mas, no período pós-crise, os títulos públicos (NTN-B) largaram na frente, seguidos pelas aplicações em ouro e renda fixa.

Durante o levantamento, o Instituto Assaf considerou a rentabilidade do título público Nota do Tesouro Nacional (NTN-B), mantido na carteira do investidor, até a data de vencimento do papel.

O investimento em ouro ganhou força com as crises americana e europeia. E mesmo com a queda em 2013, ainda mostra uma rentabilidade média anual atrativa. O ouro está acessível aos investidores por meio do mercado de balcão e também por meio de contratos negociados na BM&F Bovespa.

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Brasil tem maior carga tributária entre BRICS

Adriana Aguilar      15/02/2014

O Brasil registrou a maior carga tributária dentre os países que integram o bloco BRICS (sigla referente a Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) em 2013, segundo estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT). O Brasil fechou o ano de 2013 com a carga tributária de 36,42%.

Os outros países do bloco possuem as seguintes cargas tributárias: Rússia, 23%; Índia, 13%; China, 20% e África do Sul, 18%. A média desse percentual entre os BRICS é de 22%. Se excluído o Brasil, a média cai para 18,5%. Ao analisar somente o Brasil, nota-se que o País apresenta quase o dobro da média de carga tributária dos demais países que fazem parte do BRICS.

“Os constantes aumentos da carga tributária brasileira deixam bem clara a dificuldade que o Brasil tem de expandir o seu comércio exterior e também de incentivar a produção nacional. Competir no mundo globalizado com uma carga tributária tão alta é o mesmo que colocar um lutador de sumô para disputar uma prova de 100 metros rasos numa olimpíada”, afirma o o presidente do Conselho Superior e coordenador de estudos do IBPT, Gilberto Luiz do Amaral.

Para o estudo, o IBPT levou em consideração a arrecadação de janeiro a novembro de 2013 e o PIB do 3º trimestre do mesmo ano. Em relação a 2012, houve um leve aumento da carga tributária, quando o percentual foi de 36,37% do PIB naquele ano.

O estudo mostra ainda o crescimento da carga tributária ao longo dos governos nos últimos 27 anos, desde o primeiro ano da gestão de José Sarney, em 1986, quando o percentual era equivalente a 22% do PIB nacional, até o terceiro ano da administração de Dilma Rousseff.

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Adriana Aguilar      15/02/2014



 

 

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